Sem qualquer concessão ao sentimental, MÔA lança com certo humor e dramatismo, estes pássaros que se esgarçam, se completam, se entregam em holocausto, se exibem numa alegoria circense, se metamorfoseiam num conceito maduro de denúncia existencial.
Walmir Aiala
(Crítico de Arte)
Seja um gesto de amor, seja uma intenção velada, tudo ocorre em grande silêncio.
Harry Laus
(Crítico de Artes)
O fio condutor que perpassa todas as fases é uma busca plástica sensível, sensual e plena de amor para com a arte e a natureza.
Nadja de Carvalho Lamas
(Crítica e pesquisadora de artes visuais)
O que caracteriza o trabalho de MÔA é a generosidade; generosidade na temática e no tratamento da obra.
Júlio Luis Gehlen
(Designer e tradutor literário)
Môa nos deixa à borda de um abismo doloroso que é a voracidade das horas que fogem sem piedade. Seus pássaros voam mesmo e deixam em quem os vê a nostalgia do vôo.
Fernando Karl
(Poeta e jornalista)
Môa abriga, em sua produção, as raízes e as influências de toda a história da arte tradicional (de históricas matrizes européias) mescladas à cor, ao calor e à forte gestualidade características da arte latino - americana.
Gleber Pieniz
(Jornalista e mestre em artes visuais)
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